ARTE PARA CRIANÇAS

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Dib Carneiro Neto

Site Pecinha é a vovozinha!
Um dos principais nomes do jornalismo cultural brasileiro, Dib Carneiro Neto acumula um amplo e profundo trabalho como crítico e pensador do teatro infantil ao longo das últimas três décadas. Desde meados de 2016, oferece seu conhecimento ao público no site Pecinha é a vovozinha (www.pecinhaeavovozinha.com.br), especializado em arte para crianças. O título é uma provocação ao uso comum de diminutivos para se falar sobre a linguagem. Na contramão desse preconceito, Dib afirma que o teatro infantil “é uma arte maior feita para menores”.

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Emília

Revista digital
Desde quando foi lançada em 2011, a Revista Emília acumula um incrível conjunto de trabalhos de reflexão sobre a literatura infantil. Trata-se de uma publicação digital independente mantida por profissionais ligados à área editorial e comprometidos com a democratização da prática da leitura, especialmente entre crianças. A Emília busca dialogar com pais, professores, educadores, bibliotecários e outras pessoas ou profissionais dedicados à mediação da leitura, promovendo também a divulgação de autores, ilustradores e editoras especializadas na área.

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GRUPO ESPARRAMA

Na peça Fim? O Grupo Esparrama apresenta às crianças o tema da distopia, mais comum às obras de ficção científica para adultos. Duas baratas festejam a destruição do mundo – que as deixa mais seguras, afinal seria a única espécie sobrevivente – até que se deparam com dois esperançosos palhaços. Criado em 2013, o grupo destaca-se por sua relação com o espaço urbano, já que se apresenta principalmente nas janelas de um apartamento voltado ao Minhocão, enquanto o público assiste sentado sobre o asfalto do elevado, fechado aos carros aos sábados e domingos.

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Paidéia Associação Cultural

Formação artística
Sediada no bairro de Santo Amaro, em um galpão abandonado que havia funcionado como pátio de coletores de lixo, a Associação realiza um trabalho perseverante e abrangente na formação artística de crianças e adolescentes. Foi fundada em 1998 por Aglaia Pusch e Amauri Falseti, com o objetivo de tornar a ação cultural protagonista da transformação da vida das pessoas e da comunidade. Hoje é um espaço cultural ativo que atente os jovens do entorno com um Núcleo de Vivência Teatral, com um Festival Internacional e por meio de aulas na EMEF Carlos de Andrade Rizzini.

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Programa Manhãs de História

Instituto Tomie Ohtake
Promovido pelo Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake, destaca-se pelo caráter inclusivo e inovador da relação entre crianças e artes plásticas, com atenção aos atendimentos às pessoas com deficiências físicas, intelectuais ou sensoriais. O projeto tem como objetivo proporcionar experiências com a arte e a cultura para pessoas com e sem deficiência por meio de contação de histórias, cursos, formação de funcionários, derivas poéticas pela cidade, audioguias, atividades para bebês e ciclo de debates entre profissionais da cultura sobre acessibilidade.

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