ARTES VISUAIS

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Ana Maria Tavares

Trajetória
Com expressiva penetração nacional e internacional, a escultura Ana Maria Tavares tem um trabalho que dialoga com várias linguagens e que se expande para a arquitetura. Sua obra é marcada pela inquietação quanto aos limites dos suportes tradicionais. Na exposição retrospectiva que ficou em cartaz na Pinacoteca do Estado entre final de 2016 e início de 2017 – mostra vencedora do prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte – ela interviu nas paredes do museu, fazendo o próprio edifício histórico de suporte.

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Artéria

Revista experimental e multidisciplinar
Artéria começou a ser pensada por Omar Khouri e Paulo Miranda em 1974, em Pirajuí/SP. A publicação da editora Monuque gradualmente atingiu a Capital e o restante do País, empregando poetas, artistas visuais, artistas gráficos, músicos e videoartistas, entre outros. Ao longo de sua trajetória, reuniu um amplo arco de talentos, que inclui desde Augusto e Haroldo de Campos até integrantes de gerações mais recentes, como Arnaldo Antunes e Tadeu Jungle. São quatro décadas da persistência na afirmação da qualidade da produção nascida da arte concreta.

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Carmela Gross

Trajetória
Com percurso marcante tanto no País quanto no exterior, a artista emergiu nos anos 1960 subvertendo os códigos de representação instituídos, numa época em que se discutiam novas formas de produção artística no Brasil. Logo a seguir, expandiu sua atuação para a docência, estabelecendo um trânsito original e crítico entre a prática artística e a universalidade. Carmela Gross tem visão expandida do desenho, que envolve diversos suportes e articulações com o espaço. Sua obra Nuvens (1967) está exposta em destaque na Pinacoteca do Estado.

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Guto Lacaz

Trajetória
A produção do designer e artista visual Guto Lacaz transita entre múltiplas mídias, com destaque para as performances, que realiza desde os anos 1980, e a exploração das possibilidades tecnológicas na arte, sempre tratados com humor e ironia. Da arquitetura, que estudou na juventude, mas que nunca exerceu, ficou o interesse por formas geométricas. Parte do seu trabalho dedica-se a exploração de objetos do cotidiano; obras em que, não raro, contém uma reflexão sobre o consumo.

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João Carlos Figueiredo Ferraz

Trajetória
Um dois mais importantes colecionadores de arte contemporânea no Brasil, o empresário destaca-se pelos esforços concentrados na ampliação do acesso público a esta linguagem artística, especialmente na cidade de Ribeirão Preto. Foi lá que criou o Instituto Figueiredo Ferraz, há mais de 30 anos, para compartilhar sua coleção com a comunidade do interior paulista, por meio de importantes exposições e expressivo trabalho na área de arte e educação. Recentemente foi anunciado como novo presidente da Fundação Bienal de São Paulo.

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