CINEMA

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Adhemar Oliveira

Distribuidor e Exibidor

Diretor do Espaço Itaú de Cinema, começou a carreira nos anos 1980 como responsável pela programação do cineclube Bixiga, em São Paulo, e depois do Macunaíma e do Estação Botafogo, ambos no Rio de Janeiro. Atualmente é um dos executivos de distribuição e exibição mais respeitados no setor do audiovisual. Criou o conceito das salas arteplex, que mesclam a programação de filmes autorais com blockbusters, de maneira a tornar o negócio sustentável sem abrir mão de exibir trabalhos de maior valor estético do que comercial.

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Hugo Prata

Elis

A cinebiografia dirigida por Hugo Prata aborda a carreira da cantora Elis Regina, com interpretação elogiada da atriz Andreia Horta, vencedora do Kikito no Festival de Gramado. A personagem ditou caminhos para a música popular brasileira ao mesmo tempo em que enfrentava turbulências na sua vida. Os conflitos pessoais do Furacão Elis foram o recorte escolhido para o filme, que buscou toda a complexidade de uma mulher que buscava a perfeição na sua arte.

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Hector Babenco

Meu amigo Hindu

Estrelado pelo ator americano Willem Defoe, foi o último filme do cineasta argentino naturalizado brasileiro Hector Babenco, que faleceu no ano passado aos 70 anos. No filme, o personagem de Defoe sofre de um câncer terminal e faz amizade com um menino hindu no hospital. Juntos, eles passam a compartilhar histórias fantasiosas inspiradas no cinema para enfrentar as provações da doença. Babenco foi responsável por duas obras icônicas do cinema brasileiro: Pixote – a lei do mais fraco (1980) e O beijo da mulher aranha (1984).

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Carlos Nader

A Paixão de JL

O documentário de Carlos Neder sobre o artista visual José Leonilson tem como fio condutor o diário gravado por ele próprio em fita cassete. A princípio comentando assuntos aleatórios sobre o Brasil e o mundo, o tom das gravações muda quando ele descobre ser portador de HIV e especialmente quando a doença começa a se manifestar. O filme sobrepõe à voz de Leonilson imagens de época e de sua própria produção artística, resultando em uma obra multidimensional sobre o artista e o seu tempo.

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Caíto Ortiz

O Roubo da Taça

O sumiço da taça Jules Rimet da sede da CBF, em 1983, é a base da comédia dirigida por Caíto Ortiz, a partir de um episódio tragicômico da história esportiva brasileira. A taça nunca mais apareceu e o episódio até hoje está envolto em mistérios – o que abriu todas as possibilidades para uma narrativa que confunde verdade e ficção, misturadas numa deliciosa sucessão de absurdos. Este foi o quarto filme de Caíto Ortiz, que estreou como documentarista com Motoboys – Vida Louca, de 2003.

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